USDA MAIO 2016

Em 10 de maio, terça-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu relatório de oferta e demanda do mês de maio, com estimativas para a safra 2015/16 que segue se consolidando na América do Sul e as primeiras estimativas para a safra 2016/17 que tem início nos Estados Unidos.

O mercado reagiu positivamente, com ganhos ultrapassando 6% para a soja, com o contrato de julho/16 cotado a    US$ 10,90 por bushel, na melhor cotação desde agosto de 2014. No milho, os ganhos se aproximaram de 4% com o contrato de julho/16 cotado a US$ 3,78 por bushel.

Confira análise completa aqui:

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Tânia Moreira

Tânia Moreira

A Economista Tânia Moreira é assessora do Departamento Técnico e Econômico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná

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ANÁLISE SEMANAL DO MERCADO DE GRÃOS – 25 A 29 DE ABRIL | 2016

SOJA TEM SEMANA POSITIVA E MANTÉM-SE ACIMA DOS US$ 10,00 POR BUSHEL

Durante toda a semana os futuros da soja mantiveram variações positivas situando-se acima dos US$ 10,00 por bushel na Bolsa de Chicago, apresentando os melhores valores registrados na média dos últimos nove meses. O futuro de julho encerrou a semana cotado a US$ 10,29 por bushel, com ganho acumulado de 2% na semana.

O atraso da colheita na Argentina, com percentual colhido estimado de 24% em relação à média de 60% da safra 2014/15 no mesmo período do ano passado, com perdas inicialmente estimadas em 5 milhões de toneladas para o terceiro maior produtor e exportador mundial, foi o principal fator que sustentou as cotações.  Chuvas no centro-sul e meio-oeste americano também contribuíram para a alta, com percentual de plantio estimado em 3%, segundo o USDA.

Além disso, a fraqueza do dólar em relação a uma cesta de moedas, com os Estados Unidos protelando a alta dos juros, tem oferecido suporte aos preços das matérias primas, trazendo os fundos de investimentos para commodities e ativos de países emergentes. O dólar mais fraco é positivo para as exportações americanas e favorece o preço em Chicago.

O real teve uma semana de perda diante do dólar, seguindo o cenário internacional e o nacional, sem atuações do Banco Central para conter a queda, em três sessões consecutivas. Na sexta-feira o BC retornou com as operações de swap cambial, mas ainda assim o câmbio fechou em queda, cotado a R$ 3,45.

No Paraná, a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB) reajustou a produção de soja para 16,74 milhões de toneladas, 1% inferior à produção da safra passada, com reduções nas regiões centro-oeste, norte, oeste e sul. O preço médio recebido pelo produtor variou na semana entre R$ 69,00 a R$ 70,75 por saca, segundo a SEAB. O percentual comercializado no Estado é estimado em 59%, acima do percentual de 56% na média das últimas cinco safras.

PREÇOS DO MILHO REAGEM COM PERDA DE SAFRA NO BRASIL

Os futuros do milho na Bolsa de Chicago passaram por uma semana predominantemente positiva, com o contrato de julho cotado a US$ 3,91 por bushel, acumulando alta de 4% na semana.  A perda de safra no Brasil, em decorrência do quadro climático de seca no centro-oeste e sul motivam os ganhos em Chicago, enxergando-se uma menor disponibilidade do cereal brasileiro para exportação, favorecendo as exportações do cereal americano. Estimativas de consultorias privadas apontam para potencial perda de 5,0 milhões de toneladas na safrinha.

O USDA anunciou exportações semanais americanas de 2,6 milhões de toneladas que superaram em 80% o resultado da semana anterior, com destino ao Japão e outros destinos não revelados. Antes do feriado da semana passada, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) divulgou resolução que permite importações brasileiras de 1 milhão de toneladas de milho com Tarifa Externa Comum (TEC) zero.

No mercado interno, o preço médio recebido pelo produtor variou de R$ 38,44 a R$ 39,71 por saca segundo a SEAB. A produção da segunda safra foi estimada em 12,39 milhões de toneladas, com queda na produtividade de 6% em relação à safra passada.

TRIGO PREDOMINANTE ALTA EM CHICAGO

Os futuros do trigo também fecharam uma semana positiva com o contrato de julho-16 variando entre a mínima de US$ 4,83 por bushel e máxima de US$4,88 por bushel, apoiando-se na fraqueza do dólar e exportações semanais americanas acima da média esperada pelo mercado.

No mercado interno, a SEAB estima redução de 14% na área de plantio do Estado, com crescimento da produção de 6%, dado a estimativa de produtividade 23% maior que na safra passada. A estimativa de produção é de 3,47 milhões de toneladas, com percentual de plantio de 3%.

Tânia Moreira

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A Economista Tânia Moreira é assessora do Departamento Técnico e Econômico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná

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[19/0/2016]

SOJA em alta após o feriado americano: os futuros da soja operam em alta nesta manhã, com o contrato de março-2016 ganhando ↑0,84% cotado a US$ 8,86 por bushel. Os futuros são influenciados pela perspectiva climática de chuvas volumosas para região centro-oeste brasileira, com a preocupação da reversão de um quadro de seca, que já vinha preocupando os produtores, para outro de umidade excessiva.

Os dados vindos da China também são positivos à oleaginosa na data de hoje, diminuindo temporariamente a aversão ao risco no cenário internacional, apoiando as moedas de países emergentes em relação ao dólar, e commodities em geral. O PIB chinês cresceu 6,9% em 2015, levemente abaixo dos 7% projetados pelo governo chinês, mas em linha com a expectativa de mudança no perfil do crescimento econômico. O crescimento de 6,9% é o menor em 25 anos, o que levanta expectativas sobre novos estímulos econômicos.

No mercado interno, o preço médio recebido pelo produtor no Paraná foi cotado a R$ 72,17 por saca, segundo dados da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB). O percentual de comercialização da safra 2015/16 no Estado é estimado em 43% segundo dados da Safras e Mercado.

Acompanhe os preços de hoje até às 10:30:

 

Tânia Moreira

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A Economista Tânia Moreira é assessora do Departamento Técnico e Econômico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná

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[18/01/2016]

SOJA cede abaixo de US$ 8,80 por bushel, sem variação nesta segunda-feira: nesta segunda-feira a Bolsa de Chicago não opera por conta do feriado americano de Martin Luther King. O último fechamento da soja é de sexta-feira com o contrato de março fechando abaixo dos US$ 8,80 por bushel, em um pregão marcado por baixas.

 A Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas nos Estados Unidos (NOPA) informou que o esmagamento de soja em dezembro foi de 157,11 milhões de toneladas em dezembro, o que ficou levemente abaixo das expectativas de mercado e foi menor que o esmagamento de dezembro do ano passado (165,38 milhões de toneladas). O dado de novembro já havia sido o menor, para o mês de novembro, desde 2011.

Além disso, o cenário econômico tem estabelecido desafios ao mercado de commodities. Sexta –feira houve nova queda na Bolsa Chinesa e nos preços do petróleo. A derrubada de sanções americanas ao Irã, contribui para o cenário de maior oferta de petróleo, o que tem reflexo na moeda dos países emergentes e nos preços globais das commodities.

No mercado interno paranaense, a semana inicia com tempo mais seco, com previsão de tempo estável em parte das regiões, segundo o Simepar, o que favorece as lavouras de soja, após chuvas excessivas que trouxeram preocupações em relação à doenças, como a ferrugem asiática. O preço médio recebido pelo produtor foi cotado a R$ 71,91 por saca, segundo a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB).

Acompanhe o fechamento de sexta-feira:

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A Economista Tânia Moreira é assessora do Departamento Técnico e Econômico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná

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[15/01/2016]

SOJA abre sexta-feira no vermelho: os futuros da soja voltaram a recuar na abertura desta sexta-feira. O contrato de março-2016 perdia ↓0,63% cotado a ↓US$ 8,76 por bushel, com o câmbio ganhando ↑0,027% cotado a ↑US$ 4,0274.

Na data de ontem, os futuros da soja apresentaram ganhos que foram motivados pelo lado financeiro. O presidente do banco central americano de St.Louis, declarou que será necessário mais tempo para os Estados Unidos alcançar a meta de inflação, o que pode tornar mais lenta a alta da taxa de juros, e isso fez o dólar recuar em relação a uma cesta de moedas. Além disso, a alta temporária do petróleo na data de ontem, depois de cair no menor preço em 12 anos, deu força a moeda dos mercados emergentes e melhorou o apetite de por risco no mercado financeiro, apoiando a oleaginosa.

No resumo da semana , considerando o contrato de março-2016, a soja iniciou a segunda-feira em US$ 8,810 por bushel, foi à máxima de US$ 8,99 por bushel, e vai fechando a semana com preços menores. A alta da semana foi baseada no relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que cortou a produtividade, a produção e os estoques nos Estados Unidos na safra 2015/16, mas ainda assim os estoques são altos e as safras no hemisfério norte e sul são recordes.

No mercado interno, a colheita da soja tem início sob o excesso de chuvas e preocupação em relação a doenças, como a ferrugem asiática. A produção prevista para o Estado, segundo a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), é de 18,1 milhões de toneladas, com a produtividade média de 3.438kg/hectare.

O preço médio recebido pelo produtor na data de ontem foi cotado a R$ 71,91 por saca, segundo a SEAB.

 Acompanhe o fechamento de quinta-feira:

 

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[14/01/2016]

SOJA abre com leve perdas, após dois pregões de ganho: os futuros da soja abriram a quinta-feira variando de estáveis a com leves perdas, após o fechamento de terça e quarta- feira, positivos. O futuro de março-16 é cotado a US$ 8,783 por bushel ( ↓0,17%) e  o futuro de agosto-16 a US$ 8,80 por bushel (↓0,18) , com o câmbio em alta, cotado a R$ 4,0381.

Na data de ontem os futuros registratam ganhos com um movimento de cobertura de posições vendidas, segundo analistas, com os investidores apostando na baixa de preço da oleaginosa, após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontar elevados estoques trimestrais americanos de setembro a dezembro.

O apoio ao preço das commodities e que também permitiu o dólar se desvalorizar em relação à uma cesta de moedas veio da China, com dados da balança comercial de dezembro melhores do que era esperado pelo mercado.  As importações chinesas de dezembro recuaram menos que o esperado, e o decréscimo na exportação também veio abaixo das expectativas. As exportações de soja cresceram 6,9% em relação a dezembro de 2014, e as exportações totais do ano de 2015 foram 14% maiores que em 2014, totalizando 81,69 milhões de toneladas.

 No mercado interno, a colheita tem início em algumas regiões, sob chuvas excessivas e preocupação sobre a ocorrência de ferrugem. O preço médio recebido pelo produtor foi cotado a R$ 71,42 por saca, segundo a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB).

Acompanhe o fechamento de quarta-fera:

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[13/01/2016]

SOJA abre o dia em estabilidade, após alta com dados do USDA: os futuros da soja abriram o dia operando estáveis, com o contrato de março-2016 cotado a US$ 8,74 por bushel. Na data de ontem, os futuros registraram ganhos acima de 1%, recuperando patamares de preço de dezembro, o que foi motivado pelos dados do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

A safra recorde americana de soja, inicialmente prevista em 108,35 milhões de toneladas, foi revisada para 106,95 milhões de toneladas, considerando a redução na produtividade estimada, que saiu de 48,3 para 48,0 bushels por acre. Os estoques finais americanos também foram revisados, saindo de 12,65 para 11,96 milhões de bushels. Como os dados contrariaram as expectativas de mercado, os preços passaram a registrar ganhos após a divulgação do relatório.

Ainda assim a  produção de 106,95 milhões de toneladas é recorde nos Estados Unidos e os estoques finais são os maiores desde 2006. Os estoques finais trimestrais, também divulgados ontem, foram maiores que em 2014, e os maiores desde 2006.

Os números da safra do Brasil e Argentina mativeram-se inalterados, com previsão de safras recordes em ambos os países. As exportações da Argentina aumentaram de 11,25 para 11,8 milhões de toneladas.

As exportações americanas foram reduzidas de 46,68 para 45,99 milhões de toneladas, em função da concorrência com o produto do hemisfério sul.

Acompanhe o fechamento de terça-feira:

MILHO abre o dia com leves ganhos, após altas da terça-feira:o futuro de março-2016 do milho abriu o dia com leve ganho de 0,12% cotado a US$ 3,56 por bushel,  após bater alta de 1,42% na data de ontem. Os ganhos da terça-feira são justificados pelos dados do USDA que indicaram uma redução na produção americana, passando de 346,82 milhões de toneladas, estimadas em dezembro, para 345,49 milhões de toneladas. A produtividade americana caiu de 169,3 para 168,4 bushels por acre.

Os estoques finais americanos subiram de 45,34 para 45,78 milhões de toneladas, considerando a redução das exportações, que sofreram com a concorrência no mercado internacional, sob os efeitos do dólar valorizado.

A estimativa das exportações brasileiras foram elevadas de 25 para 25,5 milhões de toneladas, com redução do estoque final brasileiro.

Acompanhe o fechamento de terça-feira:

 

 

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USDA REDUZ PRODUÇÃO AMERICANA, SOJA REAGE

Tânia Moreira| Economista do Departamento Téc. e Econômico – FAEP

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou hoje seu relatório de oferta e demanda referente ao mês de janeiro, trazendo uma visão mais ajustada em relação à produção, estoques e exportações americanas.

O plantio da nova safra nos Estados Unidos só tem início a partir de abril, e ainda não estão definidas as projeções  de área, da nova safra. Neste relatório, o USDA trouxe um ajustamento das produções de soja e milho da safra 2015/16. No hemisfério Sul, o plantio de soja na Argentina se aproxima do fim, e a colheita se inicia no Brasil.

Abaixo são detalhadas as estimativas do USDA para o mês de janeiro:

 SOJA SOBE NA CBOT COM  ESTOQUES E PRODUÇÃO MENORES

O USDA reduziu a produção mundial de soja em relação ao relatório de dezembro. A produção mundial foi revisada para 319,01 milhões de toneladas, considerando o corte na produção americana, que passou para 106,95 milhões de toneladas. A produtividade americana foi revisada de 48,3 para 48,0 bushels por acre, com redução da área colhida de 82,4 para 81,8 milhões de acres.

A produção americana da safra 2015/16 é a maior da série histórica, mas ainda assim as cotações em Chicago registraram reação após o relatório, já que os números americanos contrariaram as expectativas médias de mercado, que aguardavam por produção e estoque final maior nos Estados Unidos.

A produção brasileira e argentina ainda foram mantidas, e a exportação da Argentina registrou aumento na previsão passando para 11,80 milhões de toneladas.

O preço médio projetado pelo USDA é no intervalo entre US$ 8,05 a US$ 9,55 por bushel.

Após a divulgação do relatório o futuro de março-2016 passou a registrar alta, cotado a US$ 8,74 por bushel.

MILHO SOBE COM PRODUÇÃO E ESTOQUES MENORES

Após a divulgação do relatório as cotações do milho em Chicago passaram a registrar variação positiva, como resultado da redução da produção mundial para 967,93 milhões de toneladas, dado a redução não esperada na produção americana que passou para 345,49 milhões de toneladas.

Os estoques finais mundiais foram reduzidos com cortes nos estoques finais brasileiros, em função de exportações recordes, e menores estoques na Argentina, ao mesmo tempo em que a exportações americanas de milho foram revisadas a menor. O USDA destacou a forte concorrência com o produto da América do Sul.

O intervalo de preço projetado pelo o USDA foi de US$ 3,30 a US$ 3,90 por bushel.

Após a divulgação do relatório o contrato de março-2016 registrava alta de 1,46%, cotado a US$ 3,56 por bushel.

TRIGO

Para o trigo, a produção mundial foi revisada acima do número de dezembro, passando para 735,39 milhões de toneladas, com aumento no estoque final mundial. O estoque final americano também sofreu aumento.

 

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[12/01/2016]

SOJA mantém cotações de estáveis a negativas à espera do USDA: os futuros da soja encerraram a segunda-feira do lado negativo, acompanhando o movimento de enfraquecimento da economica chinesa e previsão de chuvas no Brasil. Hoje, os futuros abriram o dia de estáveis a negativos esperando o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos(USDA), além do relatório de estoques trimestrais.

As expectivas de mercado apontam para revisão positiva da produção americana (dezembro: 108,35  milhões de toneldas) e produtividade (48,4 bushels/acre), bem como para o aumento dos estoques finais americanos, estimados em dezembro em 12,65 milhões de toneladas. O estoque mundial pode apresentar redução, bem como, pode ser apresentada alguma redução da safra brasileira.

A Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) atualizou hoje o levantamento de grãos, indicando menor produção de soja em relação ao projetado em dezembro. A estimativa passou para 102,1 milhões de toneladas, com redução nas produções do Mato Grosso (28,2 milhões de toneladas) e Paraná (18,4 milhões de toneladas).

 No mercado interno paranaense o preço médio recebido pelo produtor foi cotado a R$ 69,72 por saca, segundo a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento.

O contrato futuro de março-16 até as 10:30 era cotado a ↓US$ 8,61 por bushel, com o câmbio a ↓R$ 4,0305.

Acompanhe o fechamento de segunda-feira:

 

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07/01/2015

SOJA se recupera na quarta-feira, e abre o dia no campo negativo:  os futuros da soja encerraram a quarta-feira com altas, atribuídas ao posicionamento dos investidores antes da divulgação do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na semana que vem. Nesta quinta, os futuros da oleaginosa abriram o dia em baixa com nova queda da bolsa chinesa, que teve seu pregão interrompido após trinta minutos da abertura, aumentando as preocupações globais sobre a economia chinesa, destacadamente para as economias emergentes.

O futuro de março da soja era cotado hoje pela manhã, até às 10:30 a ↓US$ 8,60 por bushel (↓0,44%), o futuro de maio-16 era cotado a ↓US$ 8,63 por bushel (↓0,46%). O câmbio era cotado a R$ ↑4,0602 (↑0,0354).

 No mercado interno o preço médio recebido pelo produtor foi cotado a R$ 68,33 por saca, segundo a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento.

O mercado aguarda hoje o levantamento das exportações semanais americanas a ser divulgado pelo USDA, com expectativa de exportação semanal entre 400 a 700 mil toneladas.

Acompanhe o fechamento de quarta-feira:

 

 

 

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